Criei este blog para compartilhar com outras mulheres e pessoas interessadas sobre o processo de fertilização in vitro, tudo que tenho passado, na busca do sonho de ser mãe!
terça-feira, 29 de outubro de 2013
Sobrenome de FIVETE é Ansiedade!
Sobrenome de FIVETE é ansiedade, rssssss! Juro que quando li essa frase em algum tópico lá no e-family. net chorei de rir... E não é que é verdade! Ansiedade, ansiedade, quanta ansiedade... Ansiedade pra achar uma receptora, ansiedade pra começar a medicação, ansiedade pra punção, ansiedade pra transferência, ansiedade para o beta, ansiedade para o primeiro ultrassom, ansiedade para o parto... Enfim, ou trabalho de alguma forma esse sentimento, ou vou surtar e corro o risco de não conseguir o meu positivo. Bom, seguem algumas resoluções que tomei... Continuar escrevendo aqui no meu blog, pois ajuda muito! Não importa se alguém vai ler ou não, o importante é colocar pra fora o que estou sentindo! Diminuir minhas passagens pelo e-family.net... Lá tem muitas meninas fofas que adoro conversar, trocar informações e experiências, vamos nos apoiando mutuamente, mas sempre tem uma que não está com o mesmo pensamento e acabo me aborrecendo, então, melhor não procurar aborrecimento. Preciso parar de pesquisar na internet sobre o assunto, pois vemos muita coisa legal, histórias de superação, mas também nos deparamos com muitas histórias tristes!Cada caso é um caso e minha história é única e, só Deus sabe o que tem planejado pra mim... Então, estas são algumas resoluções que tomarei daqui pra frente! Preciso me manter calma e centrada, pra continuar seguindo com o meu tto!
sábado, 26 de outubro de 2013
Ovodoação x número de embriões para congelar
Ainda faltam 12 dias de AC... Esperando a monstra descer para iniciar a medicação da FIV! Bom, como não existe mulher mais ansiosa que eu, rssssss, comecei a pesquisar sobre mulheres que fizeram ovodoação e quantos embriões conseguiram... O que pude notar é que uma boa parte das mulheres que fizeram FIV por ovodoação não tem embriões excedentes, pois tem que dividir seus óvulos com a receptora e isto diminui a chance de sobrarem embriões para congelamento, para transferências futuras, caso não dê certo na primeira tentativa. Notei também que produzir muitos folículos, também não é garantia de sobrarem embriões! Na verdade, as mulheres tem respostas diferentes aos mesmos medicamentos, cada organismo reage de uma maneira, vi casos de mulheres que fizeram ovodoação e tiveram 16 óvulos, ficando 8 para a receptora e 8 para a doadora, dos 8 da doadora após a fertilização restaram apenas dois embriões e nenhum para congelar, mas também vi outros casos, onde a doadora produziu 8 óvulos apenas, ficando 4 para a doadora e 4 para a receptora, dos 4 da doadora todos foram fertilizados onde 2 embriões foram transferidos e a doadora engravidou e ainda pôde congelar os outros dois! Dessa forma, entendi que o importante é produzir óvulos de boa qualidade! O jeito é esperar e ver como vou responder à medicação! Mas confesso que me sentiria mais segura se tivesse pelo menos 2 embriões para uma segunda tentativa! Enfim, está na mão de Deus, vamos confiar!
terça-feira, 22 de outubro de 2013
12 Regras de Etiqueta na Infertilidade
Amei este texto e não pude deixar de compartilhar aqui... Me identifiquei com vários pontos do texto! Se você é meu amigo vai saber compreender o que estou passando!
O texto se chama 12 regras de etiqueta na infertilidade e o texto original está nesse link: http://www.resolve.org/support-and-services/for-family--friends/infertility-etiquette.html
Retirei o texto de um outro blog onde a moça fez 3 FIV e teve o seu positivo na terceira tentativa:
http://anahgapimenta.blogspot.com.br
O texto se chama 12 regras de etiqueta na infertilidade e o texto original está nesse link: http://www.resolve.org/support-and-services/for-family--friends/infertility-etiquette.html
Retirei o texto de um outro blog onde a moça fez 3 FIV e teve o seu positivo na terceira tentativa:
http://anahgapimenta.blogspot.com.br
12 regras de etiqueta na infertilidade
1 - Não diga a eles para relaxar
Todo mundo conhece alguém que teve problemas para engravidar, mas que finalmente conseguiu logo que ela "relaxou". Casais que conseguem engravidar após alguns meses de "relaxamento" não são inférteis. Por definição, um casal não é diagnosticado como infértil até que tenha tentado sem sucesso engravidar por um ano completo. Comentários como "apenas relaxe" ou "por que vocês não fazem uma viagem" criam ainda mais estresse para o casal infértil, especialmente para a mulher. Ela sente que está fazendo alguma coisa errada, quando, na verdade, há uma boa chance de que haja um problema físico que a esteja impedindo de engravidar.
2 - Não minimize o problema
A falha em conceber um bebê é uma jornada muito dolorosa. Os casais inférteis estão cercados de famílias com crianças. Estes casais vêem seus amigos terem dois ou três filhos, e vêem estas crianças crescerem enquanto voltam para o silêncio de suas casas. Estes casais vêem toda a alegria que uma criança traz para a vida de uma pessoa, e sentem o vazio de não serem capazes de experimentar a mesma alegria.
3 - Não diga que há coisas piores que poderiam acontecer
Nestes mesmos termos, não diga a seus amigos que há coisas piores que poderiam acontecer do que o que eles estão passando. Quem é a autoridade final sobre qual é a "pior" coisa que poderia acontecer a alguém? É passar por um divórcio? Ver alguém querido morrer? Ser estuprada? Perder um emprego?
4 - Não diga que eles não foram feitos para ser pais
Uma das coisas mais cruéis que alguém já me disse foi: ‘Talvez Deus não queira que você seja mãe". Quão inacreditavelmente insensível é insinuar que eu seria uma mãe tão ruim que Deus achou melhor me "esterilizar divinamente". Se Deus estivesse no ramo da esterilização das mulheres no plano divino, você não acha que ele preveniria as gravidezes que terminam em abortos? Ou então não esterilizaria as mulheres que terminam por negligenciar e abusar de seus filhos? Mesmo que você não seja religioso, os comentários do tipo "talvez não seja para ser" não são reconfortantes. A infertilidade é uma condição médica, não uma punição de Deus ou da Mãe Natureza.
5 - Não pergunte porque eles não tentam a FIV (Fertilização in vitro)
As pessoas freqüentemente perguntam, "Por que você não simplesmente tenta a FIV?‘ da mesma maneira casual como perguntariam "Por que você não tenta comprar numa outra loja?" Há muitas razões pelas quais um casal escolheria NÃO ir por este caminho. Aqui estão algumas delas.
- A FIV é cara e com baixas possibilidades
- A FIV é fisicamente difícil
- A FIV traz questões éticas
Um casal que escolha passar pela FIV tem um caminho difícil e caro pela frente, e eles precisam de seu apoio mais do que nunca. Os hormônios não são brincadeira, e o custo financeiro é imenso. Seus amigos não estariam escolhendo esta rota se houvesse um caminho mais fácil, e o fato de estarem dispostos a suportar tanto é mais uma prova do quanto desejam se tornar pais de uma criança. Os hormônios tornarão a mulher mais emotiva, então ofereça seu apoio e mantenha suas perguntas para você.
6 - Não brinque de médico
Uma vez que seus amigos estejam sob os cuidados de um médico, o médico fará inúmeros testes para determinar porque eles não conseguem engravidar. Há muitas razões pelas quais um casal não consegue engravidar. Aqui estão algumas delas:
. Trompas de Falópio bloqueadas
. Cistos
. Endometriose
. Baixos níveis hormonais
. Baixa contagem de esperma de "formas normais"
. Baixo nível de progesterona
. Baixa contagem de espermatozóides
. Baixa Mobilidade dos Espermatozóides
. Paredes uterinas finas
7 - Não seja grosseiro
É horrível que eu tenha que incluir este parágrafo, mas alguns de vocês precisam ouvir isso não faça piadas grosseiras sobre a posição vulnerável de seus amigos. Comentários grosseiros do tipo "Eu doarei o esperma‘ ou ‘Tenha certeza de que o médico usará o seu esperma mesmo para a inseminação‘ não são engraçados, e apenas irritam seus amigos.
8 -Não reclame da sua gravidez
Esta mensagem é para as mulheres grávidas apenas estar ao seu redor já é muito doloroso para suas amigas inférteis. Ver sua barriga crescer é um lembrete constante do que sua amiga não pode ter. A não ser que a mulher com problemas de infertilidade planeje passar o resto de sua vida numa caverna, ela deve encontrar uma maneira de interagir com mulheres grávidas. Compreenda as emoções de sua amiga infértil, e dê a ela a permissão de que precisa para ficar feliz por você, enquanto ela chora por ela mesma. Se ela não conseguir segurar seu bebê recém nascido, dê tempo a ela. Ela não está rejeitando você ou o bebê; ela está apenas tentando trabalhar a dor que sente antes demonstrar a sincera felicidade que sente por você. O fato de que ela esteja disposta a sentir esta dor para celebrar a chegada de seu novo bebê fala muito sobre o quanto a sua amizade significa para ela.
9 - Não os trate como se fossem ignorantes
Por alguma razão, as pessoas parecem pensar que a infertilidade faz com que os casais se tornem irrealistas sobre as responsabilidades de ser pais. Eu não entendo a lógica, mas muitas pessoas me disseram que eu não me importaria muito com um filho se eu soubesse a responsabilidade que estava envolvida em ser mãe. Vamos encarar ninguém pode saber realmente as responsabilidades envolvidas em ser pais até que sejam, eles mesmos, pais. Isto é verdade quer você tenha conseguido conceber após um mês ou dez anos. A quantidade de tempo que você passa esperando por este bebê não influencia na sua percepção de responsabilidade. Mais ainda, as pessoas que passam mais tempo tentando engravidar têm mais tempo para pensar nestas responsabilidades. Elas provavelmente também já estiveram perto de muitos bebês enquanto seus amigos iniciavam suas famílias.
10 - Não insista na idéia de adoção (ainda)
A adoção é uma maneira maravilhosa de casais inférteis se tornarem pais. Entretanto, o casal precisa resolver várias questões antes de estarem prontos para se decidir pela adoção. Antes que eles possam tomar a decisão de amar o "bebê de um estranho", eles precisam primeiro passar pelo luto do bebê que teria os olhos do papai e o nariz da mamãe. Os assistentes sociais que trabalham com adoção reconhecem a importância deste processo de luto. Você precisa, de fato, superar esta perda antes de estar pronto para o processo de adoção. O processo de adoção é muito longo, e não é uma estrada fácil. Por isso, o casal precisa ter certeza de que pode abrir mão da esperança de um filho biológico e que pode amar uma criança adotada. Isto leva tempo, e alguns casais jamais poderão chegar a este ponto. Se seus amigos não puderem amar um bebê que não seja o deles, então a adoção não é a decisão mais acertada para eles, e certamente não é a decisão mais acertada para o bebê.
11 - Deixe que eles saibam que você se importa com eles
A melhor coisa que você pode fazer é mostrar aos seus amigos inférteis que você se preocupa com eles. Mande cartões. Deixe-os chorar em seu ombro. Se eles são religiosos, deixe que eles saibam que você está rezando por eles. Ofereça o mesmo apoio que você ofereceria a um amigo que acabou de perder um ente querido. Apenas o fato de saberem que podem contar com você diminui o peso da jornada e faz com que eles saibam que eles não vão passar por isto sozinhos.
12 - Apóie a decisão deles de parar com os tratamentos
Nenhum casal pode suportar tratamentos de infertilidade para sempre. Em algum ponto, eles vão parar. Esta é uma decisão agonizante para se tomar, e envolve ainda mais dor. Uma vez que o casal tenha tomado a decisão, simplesmente o apoie. Não os encoraje a tentar novamente, e não os desencoraje da adoção, se esta for a opção deles. Uma vez que o casal tenha atingido esta resolução (que seja viver sem filhos ou adotar uma criança), eles poderão finalmente encerrar este capítulo. Não tente abri-lo de novo.
sábado, 19 de outubro de 2013
Resumo da minha programação para FIV
Resumo da Programação para FIV:
Me cadastrei no Programa Acesso (Probem) e obtive um bom desconto na medicação! Meu Deus, como isso é caro... Total de 4.334,00 já com o desconto, afff!
- dia 07/11/13 paro de tomar o anticoncepcional
- dia 11/11/13 começo a medicação
- por volta do dia 18/11 começo o US de dois em dois dias para ver o crescimento dos folículos
- dia ??/11/13 punção dos óvulos.
- Se tudo der certinho e não tiver hiper estímulo eu acredito que transfira os embriões em ??/11 e aí é só contar 11 dias para o beta
- 4 caixas de Gonal F pen 450UI
- 9 ampolas de Menopur 75UI
- 4 ampolas de Cetrotide – 0,25mg
- 1 ampola Ovidrel
Recebi minha programação de medicação!!! Muito feliz, mas ao mesmo tempo com muito medo... Medo de investir tanto dinheiro e não dar em nada... Chorei muito ontem quando recebi o valor da medicação, não por não ter o dinheiro pra pagar, pois já tenho, mas sim pelo medo de investir tanto nesse sonho e saber que posso receber um belo negativo... As vezes fico pensando pq eu tenho que passar por tudo isso pra ser mãe? Pq comigo? Parece que o "mundo fica grávido" menos eu... Sei lá, ando tão sensível com isso, tudo me faz chorar, quando devia estar alegre focando no início do meu tratamento, mas bateu uma deprê, um medo de não conseguir, de gastar um dinheiro absurdo e não conseguir... Minha mãe não entende, acha que estou me precipitando, não sei qual parte do diagnóstico de que não podemos ter filhos naturalmente ela não entendeu... Se não posso tê-los naturalmente, pq ficar adiando o tratamento? A idade é um fator que pesa muito, quanto antes começarmos, mais chances temos. Será que é tão difícil entender isso? Cada notícia que recebo, eu corro ligar pra minha mãe, queria que ela ficasse feliz por mim, mas ela não vibra junto comigo, parece que tô fazendo algo que não deveria...Meu marido me acha louca, diz que não fico feliz com nada... Eu fico feliz sim, cada passo que avançamos agradeço a Deus, mas será que não tenho o direito de me sentir insegura? Eu gostaria de ter a certeza que o meu marido tem... Mas eu não sou tão forte quanto as pessoas acham que sou. As vezes acho que Deus etá me testando pra ver até onde eu aguento...Será que não vêem o quanto estou angustiada com todo esse processo? A única certeza que tenho é que preciso passar por tudo isso, não tenho garantia de nada, mas sinto que tenho que ir em frente. Só peço que Deus seja piedoso e me dê a graça de ser mãe na primeira tentativa. Estou farta de as pessoas minimizaram meus problemas, de sufocar tudo o que sinto, pq acham que não é importante ou relevante. Criei este blog para compartilhar com outras mulheres meus medos e experiências... Eis aqui meu desabafo!
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
Finalmente! Temos uma receptora!!!
Finalmente! Temos uma receptora que arcará com o valor do procedimento! Eu pagarei somente a meedicação! Começo a tomar o anticoncepcional para sincronizar meu ciclo com o da receptora! MUITO FELIZZZZZ!!!!
domingo, 13 de outubro de 2013
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
A espera pela receptora está me deixando muito ansiosa... Como eu queria não ter que esperar! Começo um novo ciclo lá pelo dia 19/10 e gostaria muito de poder iniciar a medicação, mas preciso de uma receptora que me ajude com o $$$ tratamento! Ai que ansiedade... Senhor, prepare um casal que possa compartilhar conosco o sonho de sermos pais!
domingo, 6 de outubro de 2013
O começo da minha história...
Eu nunca pensei que um dia teria problemas para engravidar! Sempre achei que quando quisesse engravidar era só não usar nenhum método contraceptivo que mais cedo ou mais tarde engravidaria, mas não foi bem assim que aconteceu... Eu fui adiando ter filhos, queria curtir o casamento e depois queria cursar o Doutorado e só depois pensaria em ter filhos! Com 32 anos de idade e passados 4 anos de casamento achei que era a hora de tentar o processo seletivo para o Doutorado, então, no fim de 2012 entreguei o projeto em 4 Universidades diferentes e não fui aprovada em nenhum processo seletivo. Fiquei muito chateada, mas decidi que iria engordar meu currículo durante o ano, fazendo algumas publicações em revistas especializadas e melhoraria o projeto e tentaria novamente no ano que vem. Aí comecei a pensar que 2013 seria um ano perdido e depois eu teria que esperar 4 anos para engravidar, pois não queria ficar grávida no meio do Doutorado, aí conversei com meu marido e falei que queria começar a tentar. Em janeiro de 2013 começava oficialmente os treinos. Fui ao médico, queria pedir alguns exames, os de rotina, pra saber se tava tudo bem comigo e o médico nem me deu bola, disse que era pra voltar daqui a um ano se eu não conseguisse engravidar, que era normal o casal demorar até um ano para conseguir, mas eu insisti e ele me deu os exames. O s exames deram todos normais, então tentamos por 6 meses e foi aí que comecei a me preocupar. Quando eu começo uma coisa eu sou muito determinada e sei que acertamos o período fértil em todos os meses, aí comecei a desconfiar que tinha alguma coisa errada e fui novamente ao ginecologista, mas dessa vez em outro médico e marquei urologista para o meu marido. O ginecologista me disse que pq eu tinha um ciclo muito longo eu tinha SOP e quando eu o questionei pq os exames estavam normais ele se irritou e medisse que eu não poderia engravidar que eu tinha problema sim! Saí chorando do consultório. Resolvi esperar os exames do meu marido e o espermograma deu todo alterado, aí resolvi que não dependeria mais dos médicos do convênio e resolvi procurar uma clínica particular de fertilização na esperança de ter uma ajuda especializada. Foi aí que encontrei no e-family.net, uma clínica de fertilização, me informei e resolvi mandar um e-mail, no dia seguinte recebi uma ligação da clínica e marquei consulta. Passei com a Dra Patrícia e o tratamento foi outro! Amei a Dra e senti muita confiança , ela nos passou mais um monte de exames que ainda não tínhamos feito, realizamos tudo em um mês. Aí veio o diagnóstico, minhas trompas são permeáveis, não são obstruídas mas são tortuosas, ela disse que não impossibilitaria uma gravidez natural mas que poderia demorar um pouco, mas o pior foi o espermograma do meu marido, critério de Krueger apenas 2% de espermatozóides normais, aí veio a indicação de FIV! Bom como não temos muito dinheiro perguntei sobre a ovodoação e agora estou aguardando uma receptora que possa custear uma parte do nosso tratamento. Como dizem as meninas do site do e-family, agora sou FIVETE e enquanto tiver 1% de chance, terei 99% de Fé! Ah, quanto ao Doutorado, apresentei um trabalho em um seminário na PUC no meio do ano e fui convidada para fazer o Doutorado e ainda me ofereceram uma bolsa de estudos... Parece que Deus queria que eu descobrisse o nosso problema, pois se tivesse conseguido ser aprovada no processo seletivo do doutorado no ano passado não estaria pensando em ter filhos agora, mas Ele é tão maravilhoso que com seis meses de tentativas descobrimos logo que teríamos problema pra engravidar naturalmente e agora vamos iniciar o tratamento e o Doutorado também! Seja o que Deus quiser... Filho e doutorado tudo junto,rsssssss. Colocarei aqui minhas angustias e minhas experiências e espero que minha história possa ajudar alguém...
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